sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

Receita ideal para quem adora massas

O fim de semana está aí! Quer preparar um prato especial para hoje ou qualquer outro dia do feriado? Fica a dica: Ravióli de mandioquinha com molho de camarão.

Ingredientes
4 ovos
400 g de farinha de trigo
Sal e pimenta-do-reino a gosto
1 colher (sopa) de manjericão picado
2 xícaras de mandioquinha cozida e espremida
1 xícara de mussarela ralada

Para o molho
1/2 cebola picada
1 dente de alho picado
2 colheres (sopa) de manteiga
2 xícaras de camarão sete-barbas limpo
4 tomates, sem sementes, cortados em cubinhos
3 colheres (sopa) de manjericão picado
1 colher (sopa) de folha de tomilho fresco
Sal e pimenta-do-reino a gosto
Azeite para regar

Modo de preparo
Em uma tigela, misture os ovos, a farinha, sal, pimenta e o manjericão e amasse até formar uma massa lisa, que solte das mãos. Deixe descansar por dez minutos. Em uma superfície enfarinhada, abra a massa com um rolo até atingir 2 mm de espessura e corte em quadradinhos de 5 cm. Em uma tigela, misture a mandioquinha com a mussarela e distribua entre a metade dos quadradinhos. Pincele as bordas com água e cubra o recheio com o restante dos quadradinhos, pressionando nas pontas. Em uma panela com bastante água fervente, cozinhe os raviólis até ficarem al dente.

Prepare o molho
Em uma panela, doure a cebola e o alho na manteiga. Acrescente os outros ingredientes e refogue por cinco minutos. Escorra os raviólis e sirva com o molho e azeite. Rende 4 porções.

Pronto em: 45 minutos
851 calorias em cada porção



Via claudia

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Brindes do verão

Brindar com uma taça de espumante é legal, e há quem diga que um bom rótulo não exige nada mais que a temperatura correta. Mas, se você é do tipo que gosta de experimentar todas as possibilidades da bebida, vai adorar saber que ela é também ótima na composição de drinques.
Os tipos de vinho podem ser os mais diversos, como espumantes nacionais, Proseccos (da Itália), cavas (espanhóis) ou, então, o champanhe (francês, claro). 

Além da riqueza de sabores, são as borbulhas que ajudam na expressão dos aromas, tanto do vinho como dos ingredientes que compõem o drinque. Vale somente ficar atento ao rótulo: os brut são do tipo seco, já os demi-sec costumam ter mais açúcar residual.
Outra boa pedida são os rosés, vinhos feitos com uvas tintas e que costumam conferir aromas com notas de morangos, cassis e frutas silvestres.

Embora as taças longas sejam as mais comuns no momento de servir, por evidenciarem mais o perlage (as bolhinhas), copos também podem ser usados.

Confira algumas ideias:



Spritzz Aperol
1 dose

80 ml de Prosecco
50 ml de Aperol
10 ml de refrigerante soda
3 cubos de gelo
1 fatia de laranja

1 Em um copo tipo Ilhabela, coloque as pedras de gelo, o Aperol, o Prosecco e o espumante. 2 Decore com laranja.

Crawberry
1 dose

50 ml de espumante
25 ml de vodca
5 ml de xarope de crawberry
5 ml de licor de laranja
2 morangos
2 pedras de gelo

1 Macere os morangos e coloque-os em uma taça tipo Martíni. 2 Quebre as pedras de gelo, adicione a vodca, o licor, o xarope, dê uma leve mexida e complete com o espumante.

Beline
1 dose

20 ml de suco de pêssego
80 ml de espumante
1 cereja

1 Em copo tipo flûte, coloque o suco e complete com o espumante. 2 Finalize com uma cereja no fundo do copo.

Kir Royal
1 dose

20 ml de licor de cassis
80 ml de espumante
1 cereja

Em copo tipo flûte, coloque o licor de cassis, complete com o espumante e finalize com a cereja.

Tropical Blá
1 dose

60 ml de espumante
50 ml de vodca
30 ml de suco de abacaxi
20 ml de suco de laranja
10 ml xarope de maçã verde
3 cubos de gelo
1 physalis

1 Em um copo tipo Escandinávia, bata no shaker a vodca com suco de laranja e de abacaxi. 2 Coloque o gelo no copo e a bebida agitada. 3 Adicione o xarope de maçã e em seguida o espumante. 4 Enfeite com a fruta.

SummerTime
1 dose

60 ml de espumante
30 ml de Curaçau Blue
30 ml de licor de cassis 
30 ml de suco de laranja
4 cubos de gelo
1 physalis

Em um copo tipo Escandinávia, coloque o gelo e os líquidos um a um sem misturar. Enfeite com a physalis.


via prazeresdamesa

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

Viajada e popular

Das uvas vindas da região de Bordeaux, na França, a Cabernet Sauvignon é a que talvez melhor tenha se adaptado fora de seu lugar de origem.

Com raríssimas exceções, todos os países produtores de vinho usam essa cepa na preparação de seus rótulos. A maioria é encorpada e se presta muito bem ao envelhecimento em madeira.

Nos países do Novo Mundo, ela é uma das uvas tintas preferidas tanto para o preparo de vinhos simples como para os mais sofisticados.

Sua versatilidade fica bastante evidente quando nos damos conta de que ela é adaptável aos diversos terroirs dos países produtores espalhados pelo mundo, como por exemplo, Chile, Itália, Argentina e África do Sul.
 

Via prazeresdamesa

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Suflê de brie, alho-poró e cogomelos portobello

Lembra que falamos, no post de segunda-feira, que os cogumelos, além de funcionais, podem estar em diversos pratos deliciosos?

Confira a receita de hoje:

SUFLÊ DE BRIE, ALHO-PORÓ E COGUMELOS PORTOBELLO
4 porções


Ingredientes


20 g de manteiga

4 cogumelos portobello laminados

2 colheres (sopa) de alho-poró picado

200 g de queijo brie

450 g de bechamel

3 gemas

5 claras

20 g de queijo ralado

Manteiga para untar


Preparo


1 Em uma frigideira aberta, coloque a manteiga e salteie o cogumelo e o alho-poró picado. Acrescente o queijo. 2 Adicione o bechamel e mexa. Depois, acrescente as gemas e mexa até ficar mais consistente (homogêneo). 3 Bata as claras em neve e incorpore a massa com a ajuda de uma espátula. 4 Unte a forma de suflê com manteiga e despeje a mistura. 5Polvilhe o queijo parmesão ralado e leve ao forno a 200ºC até dourar.


 
Via prazeresdamesa

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Os diferentes tipos de óleos

Óleos são usados para diversas preparações culinárias. Para algumas é opcional, para outras indispensável! Com eles é possível fritar, guisar, saltear, selar, refogar e até temperar.

Os melhores para a gastronomia são os de origem vegetal – extraídos de plantas oleaginosas. Conheça alguns exemplos de óleo e suas melhores qualidades:

Soja
Conhecida há aproximadamente cinco mil anos, a soja é considerada um dos cereais essenciais na alimentação humana, pois possui alto valor protéico. Seu óleo refinado é usado como matéria-prima na produção de margarina, gordura vegetal, maionese, tempero de salada, além do tradicional óleo de cozinha. Esse é utilizado principalmente para frituras, pois confere leveza aos alimentos sem que eles fiquem “encharcados”. O óleo de soja ainda é muito requisitado na cozinha profissional, devido ao seu baixo custo e pela neutralidade de sabor, ou seja, não interfere nos demais sabores.

Girassol
Originário das sementes da própria flor, cuja planta chega a alcançar três metros de altura, o óleo de girassol é conhecido como um dos mais versáteis. Ele pode ser consumido a frio, com molhos, em temperos de saladas ou em maioneses. Esse óleo é visto como uma alternativa saudável e é indicado na dieta para pessoas que visem à redução do colesterol. O óleo de girassol é mais leve que o de soja, mas o uso é praticamente o mesmo.

Milho
O milho é um cereal que se espalhou pelo mundo após o descobrimento das Américas, pois era cultivado nessas terras há quase cinco mil anos. Atualmente, é muito utilizado na alimentação animal. O óleo é extraído do germe de milho e tem diversas aplicações, como na indústria farmacêutica, cosmética e veterinária. Na alimentação humana, ele é visto como uma das alternativas saudáveis, pois também contribui para a redução do colesterol ruim. Pode ser usado na preparação de pratos e temperos de saladas, assim como os óleos de soja e de girassol. Aguenta mais temperatura do que o óleo de girassol.

Canola
A canola é originada a partir de modificações genéticas feitas na Colza, planta cuja composição apresenta compostos tóxicos que a impedem de ser utilizada para fins alimentícios. Por conta deste processo, pode ser considerado um óleo artificial. Com cor amarelada, odor e sabor suaves, o óleo de canola é muito utilizado na América do Norte, mais especificamente no Canadá. Ele é visto também como um óleo saudável, pois ajuda a equilibrar o colesterol e apresenta baixo índice de gorduras saturadas. Assim é um forte aliado para aqueles que possuem doenças de coração. É um óleo diferenciado devido aos diversos fins que lhe são dados, além de poder atuar como substituto ao óleo de soja, girassol e milho, podendo ser usado para variadas preparações, quentes ou frias.

Amendoim
O fruto é originário da América do Sul. Seu óleo é muito conhecido pelos antigos cozinheiros. Ele sempre foi muito utilizado devido à leveza, que proporciona melhor digestão, e à grande concentração de vitamina E. O óleo de amendoim é extraído das sementes descascadas e sem película. Agora, de volta às prateleiras dos supermercados, seu consumo tem aumentado. Ele tem diversas aplicações, como na indústria cosmética e de sabões. Na alimentação, pode ser usado para saladas, preparações sofisticadas (principalmente nas comidas asiáticas) e, especialmente, para frituras, pois tem alto ponto de fumaça, que gira em torno de 230°C. Pode ser utilizado como substituto ao azeite de oliva.

Gergelim
A planta do gergelim é de fácil cultivo em áreas secas, o que acabou facilitando a ampliação de sua produção, originária na Ásia e África. O óleo é extraído da semente prensada a frio e possui um sabor característico, o que altera a preparação final. O óleo de gergelim possui propriedades antioxidantes, isto é, age contra a ação dos radicais livres, além de possuir alto índice de ômega 3, 6 e 9. Por essas e outras qualidades, o óleo de gergelim é conhecido por trazer benefícios à pele, à memória e ao corpo de uma forma geral. Na alimentação, ele é muito utilizado na cozinha oriental, pois possui um sabor particular que concede sabor característico aos pratos. O óleo de gergelim deve ser usado com cautela, pois seu sabor é muito forte e pode acabar com qualquer preparação se usado em exagero.

Linhaça
Cultivada desde a antiguidade na Índia, a linhaça é utilizada para a produção têxtil. O óleo é extraído da semente a frio e devido a um sabor amargo característico, é muito indicado para saladas e pratos frios. O óleo possui alta sensibilidade. Por isso, para cozimentos, não deve ser usado em temperaturas muito altas.


Via altagastronomia

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Cogumelos entram para a lista dos alimentos funcionais e conquistam o paladar dos brasileiros

A milenar sabedoria chinesa há tempo considera os cogumelos como o “tônico da longevidade”. Típicos da cozinha oriental, depois de ganhar fãs pelo Ocidente, agora entram para a lista de alimentos funcionais. Traduzindo, esses fungos comestíveis só fazem bem para a saúde. 

Estudos científicos, a maioria da Universidade de Osaka, no Japão, elegeram esse alimento como um dos queridinhos da nutrição funcional, depois de comprovar sua ação de prevenção e cura contra algumas doenças, como as cardiovasculares. Já pesquisadores da Universidade de Michigan, nos Estados Unidos, descobriram nos tipos shimeji e shiitake, por exemplo, uma substância chamada de lentinan, importante composto que potencializa a atividade do sistema imunológico.

Os cogumelos ainda são amigos de quem está de dieta. São tão protéicos quanto a carne vermelha, só que pouco calóricos, são 35 para cada 100 gramas, aproximadamente. E as propriedades nutricionais não param por aí: são ricos em vitaminas, fibras e minerais, esbanjam versatilidade e sabor.

Com uma lista generosa de qualidades, a família de cogumelos – como os tipos shimeji, shiitake, portobello, paris e funghi, só cresce na mesa brasileira. E quando se fala em cozinhar com esses ingredientes, a gama de receitas é imensa. Então, fica a dica!



Via prazeresdamesa

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

Rótulos contam - e fazem - história


Além de oferecer informações técnicas sobre a bebida, alguns rótulos de vinho registram mais do que imagens: contam histórias do líquido e de personagens que o produziram e foram cruciais na sua elaboração.

Passado o período da desgraça da Phyloxera Vastrastis (1863), praga que dizimou os vinhedos na Europa, o setor do Vinho do Porto, quando se recompôs do mal sofrido, iniciou uma louca e bonita corrida para rotular seus vinhos. Para tanto não mediram esforços em gastar na arte de etiquetar as garrafas.

Todo esse movimento deu origem a mais bela, requintada e eclética coleção de rótulos de um só vinho, o do Porto. Em alguns centímetros quadrados contam histórias heroicas, homenageiam pessoas, revelam paixões e acompanham religiosamente a moda sempre flutuante do consumidor final, tentando atingir-lhe o primeiro gosto pelo visual, depois o gustativo.

A Casa Adriano Ramos Pinto, fundada em 1880, teve no Brasil por mais de 100 anos consecutivos, a liderança da marca. Virou até sinônimo da bebida. Na década de 60 do século passado, quem quisesse tomar um Vinho do Porto, que era vendido em todos os bares do Brasil, pedia “um Adriano”. Nestes rótulos temos várias curiosidades, a primeira, no Porto Brazil, nossa jovem república, então proclamada em 1889 é homenageada com a figura da mulher que a simboliza, com um capacete dourado, onde o brasão das armas nacionais é ricamente apresentado. O tradicional rótulo do Adriano Ramos Pinto comercializado no Brasil, com a legenda “tônico nutritivo”, embalou três gerações de pessoas que todas as manhãs tomavam gemadas, preparadas com esse Vinho. Foi este Adriano Ramos Pinto, o vinho de inspiração para a criação do Biotônico Fontoura e o vinho Reconstituinte Silva Araujo.

A singeleza deste rótulo da Casa Ferreira consegue passar a imagem da amizade com muita sabedoria. A portuguesa a mirar o brasileiro que tem ao seu lado o Pão de Açúcar, evoca a união das duas Pátrias, que culturalmente nunca se separaram. Note que o Atlântico a separar os dois continentes é um mero detalhe.

Após uma sequência de publicidade que a Casa Ramos Pinto fez utilizando-se da mitologia grega com o apelo ao erotismo, este rótulo veio para agradar ao consumidor religioso. A corda papal e a mitra episcopal são o grande destaque do Porto Adriano Prelados.

O velho cavaleiro lusitano serenamente empunhando sua espada, observa uma caravela aproximando-se daquela terra que se chamaria um dia Brasil. Rótulo em homenagem ao Brasil, com grande riqueza de detalhes dourados gravados em alto relevo. A casa Weise e Krohn é um das mais tradicionais Casas de Vinho do Porto, que investiu em arte e qualidade gráfica nos seus rótulos.

Ter terras no Douro, vinhedos próprios para uma casa de Vinho do Porto, fundada em 1918, era coisa rara. A maioria das marcas eram somente comerciais, compravam seus Vinhos de lavradores do Douro. No início da década de 50 do século XX a Casa Poças Júnior informava seus consumidores com este rótulo que eram proprietários da Quinta das Quartas. Para época, uma foto estampada em um rótulo foi uma inovação.

Um importador de Guaratinguetá, no Vale do Paraíba, em São Paulo, por certo homenageou uma mulher que marcou sua vida. Yolanda é um dos primeiros casos de marca própria de um importador. Em destaque, a recomendação de um “refrigerante” a base de Vinho do Porto.

A mais antiga Casa e exportadora de Vinho do Porto, fundada em 1638, C.N. Kopke e Cª Ltda., não economizava em seus rótulos no início do século XX.

Um rótulo moderno e já clássico. Os tradicionais terraços do Douro ganham vida, nos leves traços do artista. Um rótulo, limpo, claro, mas com uma mensagem completa.

Em 1910 é proclamada a República em Portugal, esta Casa homenageou a data com uma mulher simbolizando a República.

A monarquia não foi esquecida, Dom Manuel II em uniforme de gala virou marca de Vinho do Porto nos últimos dias da monarquia lusitana.

Mocinha, foi um sucesso de vendas, em uma época em que a puberdade era um assunto de família e uma fase da vida das meninas, que merecia comemorações. Um poema impresso no rótulo homenageava as jovens garotas


Interessante, não?!

Via prazeresdamesa.uol.com.br